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21/08/2018

Destinação de resíduos é opção de renda ao piscicultor

Dados da Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR) mostram que a produção de peixes cultivados no país em 2017 atingiu 691,7 mil toneladas, com receita de R$ 4,7 bilhões. Mas nem só de filé vive a piscicultura. Os resíduos que não são utilizados podem ser um problema para o produtor, ou podem ser mais uma opção de renda na piscicultura.

A destinação dos resíduos de pescados tem duas dimensões principais que, direta ou indiretamente, impactam na vida de milhares de pessoas, explica o diretor de Comercialização da Patense, empresa que faz farinha de carne e ossos e suplementos para rações, Dário França. “A primeira diz respeito ao meio ambiente, já que o descarte inapropriado pode gerar diversos problemas na natureza – contaminação e desequilíbrio de biomas, por exemplo – e para a saúde humana – como a diminuição da qualidade de vida e doenças”, diz. Ele acrescenta que isso é muito relevante para toda parte onde há descarte, seja em mercados ou feiras, mas, principalmente, em regiões produtoras.

Já a segunda dimensão é a econômica, informa. “Isso porque existe a possibilidade de utilizar tais descartes de diversas maneiras úteis e sustentável para a sociedade”, conta. O profissional diz que alguns locais processam tais subprodutos com a mais alta tecnologia, desde o recolhimento até o produto final. “Dessa forma, é gerado valor, emprego e renda, não somente na região atuante, mas também para todos os setores da produção animal como insumos de excelente valor nutricional e qualidade para rações”, diz.

França expõe que a reciclagem dos subprodutos de peixe é uma alternativa para o produtor. “Caso o piscicultor ou varejista tenha interesse em comercializar estes resíduos, contate uma empresa especializada, já que elas têm os procedimentos estabelecidos para a coleta da maneira mais eficiente e ecologicamente correta”, comenta. Ele conta que deste modo o piscicultor resolverá o problema do descarte e terá uma renda extra. “Isso significa conduzir um negócio de forma mais sustentável ambiental, social e economicamente”,afirma.

30% DO PEIXE É DESCARTE

O profissional informa que os dados oficiais mais recentes apontam que o Brasil produz anualmente cerca de 600 mil toneladas de peixes na piscicultura/aquicultura e pesca outras 800 mil toneladas dos rios, mares e outras fontes de água. “Isso significa um volume de 1,4 milhão de toneladas que, mesmo muito grande, é subestimado uma vez que as estatísticas não são atualizadas há alguns anos e, também, existe uma expressiva parcela da produção que não está considerada nas estatísticas”, conta. Somente a piscicultura do Paraná, revela, que é uma das maiores do Brasil, produz mais de 100 mil toneladas. França diz que se ao menos 20 ou 30% dos peixes não são consumidos pelo ser humano – como escamas, espinhas, cabeça, entre outros – significa que entre 280 e 420 mil toneladas precisam de destinação a cada ano.

Diversos são os produtos que podem ser produzidos a partir destes subprodutos de descarte. “Existem produtos de grande valor nutricional, alta digestibilidade e preço competitivo. Alguns exemplos são farinhas e óleo de peixe com os mais elevados padrões de qualidade para criação de suínos, peixes e Pets”, conta. Segundo França, tais produtos possuem valor agregado e estão especialmente valorizados, isso porque representam opção a outros insumos utilizados em rações animais. “No caso da indústria suinícola, por exemplo, a farinha e o óleo de peixe são substituídos ao plasma, geralmente utilizado na alimentação de leitões, com vantagens quanto ao preço e valor nutricional”, conta. Já na indústria Pet, além do valor nutricional diferenciado, a digestibilidade também se apresenta como uma vantagem, complementa.

 

Fonte: O Presente Rural 

 

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